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Quem sou eu

Olá, tudo bem?

Sou Erika Colombo, psicóloga clínica

e atuo na área desde 2015.

Minha primeira graduação foi engenharia elétrica, porém após três anos estudando, percebi que essa não era a profissão que me traria realização.

Então, decidi recomeçar e desde 2009 sigo no caminho da psicologia, cada vez mais apaixonada.

Com certeza, minha trajetória pessoal contribuiu para a escolha de trabalhar no campo da saúde mental e,

por isso, quero compartilhar com você. 

Oficialmente, perdi meu pai treze dias antes de eu completar 30 anos. Acho que ninguém nunca realmente está preparado para perder as pessoas mais importantes e certamente ninguém pensa em enterrar um pai ou uma mãe tão jovem assim.

Mas, na realidade, eu perdi meu pai bem antes... Quando eu tinha oito anos, ele teve um apagão no meio da rua e nunca mais foi o mesmo. Três anos depois, descobriram que a razão de tantas mudanças era um tumor no cérebro.

 

Ele se tornou uma pessoa agressiva, imprevisível e amargurada. E mesmo depois de conseguirem retirar o tumor, ele não voltou a ser como antes, terminando sua vida como um alcoolista extremamente infeliz e deprimido.

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Eu nunca pude realmente ajudar meu pai, porque, por mais que a gente deseje ou tente, é impossível ajudar alguém que não quer ajudar a si mesmo. Mas eu tenho certeza de que, se não fosse por tudo que passei com ele, eu não seria quem sou.

E muito provavelmente não seria capaz de ajudar as pessoas como ajudo hoje.

É claro que ele é grande parte da razão de eu ter ido parar na psicologia. Eu vi de perto o que acontece com alguém que não consegue caminhos para cuidar da própria saúde mental, para cuidar de si mesmo...

Ajudar quem sofre foi a forma que encontrei para honrar a memória do meu pai.

Com mais de dez anos dedicados ao estudo da psicologia, hoje sou colaboradora do Escritório de Saúde Mental da USP, acompanhando estudantes de graduação e pós-graduação em sofrimento psíquico. Com essa experiência, pude ter certeza de que a maioria das pessoas sofrem em sua vida sem terem consciência do porquê.

 

É isso que me motiva a fazer um trabalho de conscientização sobre a importância de fazer mudanças em nossa vida que tragam realização e diminuam nosso sofrimento.

Vem comigo ser sua melhor versão?

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